

O Eladio continua na rampa
Na Wind Coast, o aluno não fica sozinho depois do certificado. O Eladio está sempre no Clube de Voo Livre e segue acompanhando e orientando os voos de cada aluno formado. “Estou na rampa todo dia: me procure antes de cada voo.”
Os primeiros voos depois do curso são os que mais pedem companhia. Num estudo alemão, pilotos com menos de 100 voos foram 40% dos feridos. Voar acompanhado e num lugar conhecido é o jeito mais seguro de atravessar essa fase.
A turma do clube
Voos em grupo no clube, viagens de voo para outras rampas e confraternizações da turma, com a rampa cheia de gente que voa há anos. É a “família” que os alunos citam nas avaliações da escola. Quem se forma não sai de uma turma: entra numa comunidade que já tem mais de 3.000 alunos formados pela Wind Coast.
Da formatura ao IPPI 2
Depois da formatura vêm os voos até o IPPI 2, o antigo Nível 1 da CBVL, com o mesmo instrutor ao seu lado. Nessa fase vale o que se aprende no último módulo do curso:
- Registre todos os voos no GPS ou no aplicativo.
- Conte ao instrutor todo incidente, mesmo pequeno: um susto contado evita um acidente.
- Treine solo e pouso com regularidade, sempre.
- Mais adiante, um curso de segurança (SIV) sobre a água ensina a sair de fechamentos e estol.
O caminho completo está em de aluno a piloto nível 1, e a escolha do primeiro equipamento, em equipamento de parapente.
Quem aprendeu aqui
O Bispo começou a voar de parapente aos 70 anos e, aos 75, já tinha passado de 480 voos com a equipe da Wind Coast. Ler o depoimento do Bispo. O Rosan Garcia sonhava em voar desde os anos 70 e se formou em 2005 com o Eladio. Ler o depoimento do Rosan.