Pular para o conteúdo

Aulas teóricas · Módulo 6

Meteorologia I: ar, vento e relevo

Antes do primeiro voo · 60 min de aula · 12 cards. Ao fim do módulo, o aluno entende de onde vem o vento, como o morro o transforma em sustentação e por que a brisa do mar faz o Itararé funcionar.

Duas áreas, “A” e “B”, com setas azuis da alta para a baixa
Biruta em três intensidades e uma régua de conversão de unidades
Biruta da rampa e de um anemômetro na mão
Perfil vertical com setas azuis crescendo com a altura
Corte da encosta: vento do mar subindo a encosta, faixa verde à frente da rampa, parapente dentro dela
Corte da encosta com as setas mais grossas sobre a crista
Corte da encosta com rotor vermelho atrás do morro e ✗
Corte da encosta com sol, terra quente (laranja) e setas azuis vindo do mar
Corte da encosta com setas do continente para o mar, rotor sobre a rampa e ✗
Corte da encosta com linhas de vento paralelas e lisas sobre o mar
Prédio com redemoinhos atrás e um parapente se aproximando, ✗
Corte da encosta com os três pontos

1 de 12

O que cada card diz

  1. 1. O ar tem peso

    Pressão é o peso do ar acima de nós e cai com a altitude. O vento nasce da diferença de pressão: o ar corre da alta para a baixa.

  2. 2. Vento forte pesa muito mais

    Vento duas vezes mais forte faz uma força quatro vezes maior na vela, e a turbulência cresce do mesmo jeito. Conversão: 10 nós ≈ 18,5 km/h ≈ 5 m/s.

  3. 3. Medir o vento

    Biruta mostra direção e variação. Anemômetro: meça 1 a 2 minutos e anote a média e os picos. Estações online só valem com dados recentes e se você souber onde ficam.

  4. 4. Gradiente e rajadas

    Perto do chão o atrito freia o ar: mais alto, venta mais. Em dia de térmica o ar de cima desce em rajadas: 15 km/h previstos podem virar rajadas de 30.

  5. 5. Ascendência de encosta

    O vento bate no morro e é desviado para cima. A faixa de sustentação fica à frente e acima da crista e funciona melhor com o vento de frente para a encosta, até uns 20° de diferença.

  6. 6. Compressão no topo

    O ar acelera ao passar por cima do morro. Os 10 km/h da previsão podem virar 15 a 20 na rampa. Depois de decolar, afaste-se do relevo.

  7. 7. Sotavento e rotor

    Atrás da crista o ar desce e forma redemoinhos. Nunca fique atrás da crista. Toda curva é para fora do morro. Voe em oitos, nunca em 360°.

  8. 8. A brisa do mar

    De dia a terra esquenta mais rápido que o mar; o ar sobe sobre a terra e o ar do mar entra. Em Santos a brisa começa no fim da manhã e sopra de sul a sudeste à tarde.

  9. 9. O vento de terra

    O terral sopra da terra para o mar (norte, noroeste). Ele atrasa ou anula a brisa, deixa rampa e praia a sotavento e empurra o piloto para o mar. Com terral, não se voa no Itararé.

  10. 10. O ar do mar é liso

    Vindo da água, o vento chega sem obstáculos, estável e regular. Sobre o mar quase não há térmica. Por isso o Itararé é bom para aprender: ascendência de encosta previsível.

  11. 11. Turbulência de obstáculos

    Prédios, árvores e morros criam turbulência a sotavento, que pode ir além de 100 m. Com vento de terra, os prédios da orla deixam o pouso na praia turbulento.

  12. 12. Resumo em 3 pontos

    1. O morro transforma vento em sustentação à frente da crista. 2. Atrás da crista há rotor: curvas sempre para fora. 3. Brisa do mar = voo; terral = não voo. Pergunta: por que não se voa com terral?

Como isso entra no curso

Este módulo é dado em sala, antes do primeiro voo, pelo próprio Eladio. Os cards são o roteiro da aula: a explicação, os exemplos da rampa do Itararé e as perguntas acontecem ao vivo.

Comece pela conversa com o instrutor

WhatsApp (13) 99169-4774
WhatsAppLigar

Fale com o Eladio pelo celular

Aponte a câmera do celular para o código: o WhatsApp abre com a mensagem pronta.

Ou ligue:

(13) 99169-4774