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O que cada card diz
1. Voar sem motor
Voo livre é voar sem motor, usando a energia do ar: o vento que sobe pela encosta e as térmicas. É assim que o parapente voa.
2. De onde veio o parapente
Nos anos 1960 surgiram as primeiras asas infladas pelo ar. Em 1978, em Mieussy, na França, paraquedistas decolaram de uma encosta com paraquedas retangulares. Nascia o parapente.
3. De paraquedas a planador
As primeiras velas planavam pouco e fechavam com facilidade. Hoje uma vela escola avança uns 9 m para cada metro de altura e passa por testes de homologação antes de ser vendida.
4. Onde você vai voar
Aqui você decola de um morro de cerca de 180 m colado ao mar, no Clube de Voo Livre do Litoral Paulista, e pousa na área de pouso da Praia do Itararé.
5. O parapente e o RBAC 103
O parapente é uma aeronave leve de desporto. Sem certificado de aeronavegabilidade e dentro dos limites de peso, segue o RBAC 103 da ANAC, cuja instrução suplementar cita o parapente de forma expressa.
6. Quem cuida de quê
ANAC: regras e cadastro do piloto. DECEA: espaço aéreo. CBVL: níveis de piloto e normas do esporte. Federação estadual e clube: a rampa e as regras locais. Escola e instrutor: sua formação.
7. Onde você chega
Com o curso e os voos exigidos, você vira IPPI 2 na CBVL (o antigo Nível 1): piloto inicial, que voa solo com equipamento de iniciante. O cartão IPPI é reconhecido no mundo todo.
8. Resumo em 3 pontos
1. Voo livre usa a energia do ar, sem motor. 2. ANAC, DECEA e CBVL dividem as regras. 3. O curso leva você ao IPPI 2. Pergunta: qual órgão cuida do espaço aéreo?
Como isso entra no curso
Este módulo é dado em sala, antes do treino de solo, pelo próprio Eladio. Os cards são o roteiro da aula: a explicação, os exemplos da rampa do Itararé e as perguntas acontecem ao vivo.







